04/09/2014

Sinpol cobra viabilização de curso para formar novos policiais


Polícia Civil espera receber novos 122 policiais nos próximos dias
O Governo do Estado nomeou, nesta quinta-feira (4), 122 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães. O acréscimo de profissionais nos quadros da Polícia Civil foi bem recebido pelo pelo sindicato da categoria (Sinpol), que se queixam da falta de efetivo para realizar o trabalho de investigação. Apesar da nomeação, o Sinpol ainda considera o quadro insuficiente e espera a formação de novos policiais até o fim do ano.
Ao todo, o Governo do Estado nomeou três delegados, 45 escrivães e 74 agentes de polícia que foram aprovados no concurso de 2008 e concluíram o curso de formação, em alguns casos, em 2010. Com a morosidade na nomeação, o Sinpol teme que boa parte dos 122 nomeados sequer assuma os postos na Polícia Civil. "Muitos já desistiram da carreira policial e fizeram outros concursos", explicou a vice-presidente do Sinpol, Renata Pimenta.
Segundo a dirigente sindical, entre 2008 e 2014, as únicas nomeações realizadas dentro da Polícia Civil ocorreram em substituição a policiais mortos ou aposentados, não havendo aumento nos quadros. "O que houve, na realidade, foi uma redução. O primeiro aumento efetivo será com essa nomeação", garantiu.
Para buscar a ampliação nos quadros da Polícia, o Sinpol vai cobrar providências para que o Governo viabilize a realização do novo curso de formação - já determinado pela Justiça - em tempo suficiente para aproveitar os suplentes do último concurso público.
"Vamos encaminhar ofício ao Dr. Rinaldo (Reis, procurador-geral de Justiça) solicitando que o MP ajude a pressionar o Governo para a viabilização do curso e para evitar que depois, mesmo havendo boa vontade, o concurso tenha expirado e não seja mais possível o aproveitamento dos suplentes", disse.
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