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20/05/2013

Suspeitos de matar o agente penitenciário federal em Mossoró são presos no Ceará



Corpo foi encontrado com marcas de tiros no braço, nas costelas, tórax e uma perfuração bem visível na testa
A Polícia do Estado do Ceará prendeu os principais suspeitos de matar o agente penitenciário Federal Lucas Barbosa Costa, de 22 anos, no dia 18 de dezembro de 2012. O corpo foi encontrado crivado de balas, com as mãos amarradas, os olhos arrancados jogado as margens de uma estrada carroçável distante 14 km da área urbana de Mossoró.
Expedito Luiz de Carvalho Neto, o Luizinho, de 20 anos, e Emerson Ricardo Cândido de Morais, de 22 foram, foram presos numa pousada na praia de Almofala, no município de Itarema, litoral Norte do Ceará, distante 190 Km da capital Fortaleza. Os dois, que são considerados perigosos, portavam pistolas e tinham muita munição.
Veículo Cerato queimado
Após a prisão, os dois foram conduzidos para a Delegacia Especializada em Furtos e Roubos de Fortaleza, para serem interrogados sobre uma série de assaltos que figuram como suspeitos na região. Em Mossoró, os dois também são suspeitos de assaltos e assassinatos. No caso do agente penitenciário federal, os dois já teriam confessado o crime.
A Polícia Federal e Civil de Mossoró já se preparavam para apresentar os dois como assassinos de Lucas Barbosa. O crime não teria tido relação com o trabalho dele no Presídio Federal de Mossoró. Teria latrocínio, ou seja, assalto seguido de morte. Lucas é natural do estado do Piaui e muito querido entre os colegas de trabalho e houve empenho pela elucidação do caso.
Porém, antes das polícias convocar a imprensa e anunciar a elucidação do caso e a prisão dos assassinos, Luizinho e Emerson Ricardo fugiram da Cadeia Pública de Mossoró, juntamente com outros 7 presos no dia 25 de março de 2013.
Após os procedimentos em Fortaleza, a dupla Luizinho e Emerson é provável que seja transferida para o Rio Grande do Norte, onde vão aguardar julgamento pelo assassinato do agente penitenciário federal Lucas Barbosa Costa, provavelmente na própria Cadeia Pública de onde fugiu.
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