“Estamos no limiar da vitória e, hoje, mais do que nunca, contamos com o presidente [Donald] Trump, o povo dos Estados Unidos, o povo da América Latina e as nações democráticas do mundo como nossos principais aliados para alcançar a liberdade e a democracia. A Venezuela será livre!”, disse Corina, ao destacar o apoio do presidente norte-americano, na rede social X.
O Comitê Norueguês do Nobel ressaltou que Corina cumpriu os seguintes requisitos para ser premiada: uniu a oposição, resistiu à militarização e apoiou uma transição democrática, ao tentar disputar a Presidência com o ditador Nicolás Maduro, e ser impedida de concorrer, no ano passado, e, ainda assim, apoiar Edmundo Gonzalez como nome da oposição, após a ditadura também barrar uma indicada sua para a disputa.
