A ação teve como principal objetivo reunir novas provas sobre o possĂvel mandante do crime e localizar o arsenal bĂ©lico pertencente Ă vĂtima, que segue desaparecido desde o homicĂdio.
Durante as diligĂȘncias, foram cumpridos mandados de busca e apreensĂŁo em diferentes endereços. Um deles ocorreu na residĂȘncia da viĂșva da vĂtima, em PetrĂłpolis, apĂłs informaçÔes de que ela teria tentado negociar as armas desaparecidas com um de seus enteados — atualmente preso —, em troca da renĂșncia Ă parte da herança.
Outro mandado foi cumprido na casa de um empresĂĄrio suspeito de estar na posse do armamento que pertencia a Miguel Cabral.
Ao final da operação, a PolĂcia Civil apreendeu celulares, uma substĂąncia semelhante Ă maconha, R$ 130 mil em espĂ©cie, um fuzil, uma carabina, uma espingarda e duas pistolas.
Em fases anteriores da investigação, os quatro executores do crime jĂĄ haviam sido presos — localizados nos estados de Pernambuco e CearĂĄ — e seguem Ă disposição da Justiça.
Segundo a DHPP, o nome da operação, “Herdeiro Oculto”, faz referĂȘncia ao conflito familiar e patrimonial que cerca o caso, onde disputas por herança e ocultação de bens surgem como elementos centrais nas linhas investigativas.
A PolĂcia Civil do Rio Grande do Norte reforça o pedido para que a população colabore com as investigaçÔes, repassando informaçÔes de forma anĂŽnima atravĂ©s do Disque DenĂșncia 181.
